Cultura Geral

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Passageiros da TAM agridem funcionário da empresa e impedem embarque na GOL

De um total de 26 partidas programadas, de meia noite às 8h desta quarta-feira, dez atrasaram - cinco da TAM e cinco GOL - mas não houve cancelamentos. No período, o maior atraso foi o do voo TAM 3746 (Manaus-Guarulhos), que registrou demora de 238 minutos

 

Uma bomba chamada WikiLeaks

Uma bomba chamada WikiLeaks
Alguém já o disse: a revelação de documentos secretos e confidenciais do Departamento de Estado norte-americano pelo site WikiLeaks foi "o 11 de Setembro da diplomacia". Atentas as reacções, a afirmação talvez seja exagerada. A diplomacia quer-se discreta, para ser eficaz. Se as portas se escancaram, descobrem-se carecas. Mas como não há quem não tenha esqueletos no armário, todos se apressaram a pôr água na fervura, jurando a Washington que nada mudará nas suas relações com outros estados.
Se os efeitos políticos ainda estão por avaliar em toda a sua dimensão, é já possível perceber que o caso é uma "bomba" para o Jornalismo, não podendo deixar de o interpelar.
Duas questões devem ser previamente removidas, antes de discutir a negociação entre o Wikileaks e cinco dos mais reputados jornais do mundo. A saber: a legalidade da revelação dos documentos pelo site e as motivações de Julian Assange, o seu promotor. Nenhuma delas deve ser considerada, a partir do momento em que os responsáveis editoriais assumem que se trata de matérias de interesse público. Há nisso, porém, uma "contrapartida": a responsabilidade transfere-se para quem aceita acolher as informações nas suas páginas.
É aqui que bate o ponto. Admitindo que os jornalistas não se rendem à irresponsável ideia de que o que está escondido deve, por isso mesmo, ser revelado (que nada tem a ver com transparência), outras questões se levantam. Persiste a dúvida sobre se têm condições para um efectivo escrutínio do material fornecido e, já agora, vontade de separar o trigo do joio.
Os documentos em causa não passam de fragmentos da realidade, seleccionados por outrém. Contêm informações não confirmáveis, citam fontes que nem sempre podem apresentar a sua versão dos factos. E incluem, aparentemente, muita parra e alguma uva, no que ao interesse jornalístico concerne.
Entre a "parra", as "festas selvagens" de Berlusconi, um Medvedev pau-mandado de Putin e um Sarkozy que mina a política externa dos Estados Unidos - todas grandes "novidades". Do lado da "uva", a "espionagem" ao secretário-geral da ONU, para já a mais embaraçosa das revelações.

Alguém já o disse: a revelação de documentos secretos e confidenciais do Departamento de Estado norte-americano pelo site WikiLeaks foi "o 11 de Setembro da diplomacia". Atentas as reacções, a afirmação talvez seja exagerada. A diplomacia quer-se discreta, para ser eficaz. Se as portas se escancaram, descobrem-se carecas. Mas como não há quem não tenha esqueletos no armário, todos se apressaram a pôr água na fervura, jurando a Washington que nada mudará nas suas relações com outros estados.
Se os efeitos políticos ainda estão por avaliar em toda a sua dimensão, é já possível perceber que o caso é uma "bomba" para o Jornalismo, não podendo deixar de o interpelar.

 

Tempestade de neve derruba teto de estádio

ma tempestade de neve que assolou a cidade de Minneapolis causou sérios problemas para o time Minnesota Vikings, da NFL. O teto da Metrodome, casa dos Vikings, simplesmente desabou sobre o gramado.

Não havia nenhuma pessoa no campo na hora da queda. Porém, o duelo contra o New York Giants que estava marcado para este domingo teve de ser adiado para segunda-feira à noite. Confira abaixo o vídeo do desabamento:

 

RIC - Registro Único de Identidade Civil

A partir de outubro de 2010 os brasileiros poderão aposentar os vários documentos da carteira. É nesta data que as primeiras carteiras do RIC (Registro Único de Identidade Civil) entrarão em circulação: um cartão magnético que conterá em um microchip informações como o RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor além da foto 3X4, a assinatura e a digitais da pessoa.

 

Bahia, Praia do Forte

Sabe aquela conversa, com tons de simplificação é claro, de que em tal lugar de tudo, tem um pouco? Pois bem. É possível dizer isso da Praia do Forte, localizada no litoral Norte de Salvador, no município de Mata de São João, a 55 quilômetros da capital. Além da praia propriamente dita e de ampla infraestrutura de hospedagem, a região tem atrações que vão do ecoturismo e aventura (em água salgada ou doce e matas preservadas), passando pela agitação noturna e chegando à cultura, religião e história.
É bom começar falando sobre o passado da região, que foi uma das primeiras a serem ocupadas no Brasil após a chegada oficial dos portugueses (22 de abril de 1500 com a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral). Mal tinham transcorrido 50 anos do ‘descobrimento’ e uma fortificação militar mista de casa senhorial começava a ser construída em uma elevação próxima da praia. O responsável pela obra era o português Garcia de Sousa d’Ávila, filho de Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil.
Garcia d’Ávila chegou ao Brasil em 1549 e foi nomeado pelo próprio pai como feitor e almoxarife de Salvador e da Alfândega. Seu primeiro ordenado foi representado por duas vacas. Mas isso não o impediu de fazer fortuna, beneficiado, é claro, pela ajuda paterna, que lhe fez uma generosa doação de terras. A propriedade se estendia da Praia do Forte até o Maranhão e é considerada até hoje uma das maiores propriedades particulares do Brasil. Em 1557, Garcia era considerado o homem mais importante da Bahia.

Sabe aquela conversa, com tons de simplificação é claro, de que em tal lugar de tudo, tem um pouco? Pois bem. É possível dizer isso da Praia do Forte, localizada no litoral Norte de Salvador, no município de Mata de São João, a 55 quilômetros da capital.

 

Os mortos das drogas, as vítimas do sistema

O tráfico de drogas tem provocado uma triste realidade: 80% dos assassinatos ocorridos na capital este ano têm relação com as drogas, mesmo que indiretamente. É assustador e a sensação que fica é a de que não há uma esquina da cidade que não tenha a presença de um traficante à caça de um usuário de droga. O POPULAR estampou essa realidade na edição de ontem. Dos 254 homicídios registrados em Goiânia, 200 tiveram como pano de fundo o uso e o tráfico de drogas, atividade de consequências sociais sem precedentes.
Enquanto não houver uma política de ações duras na prevenção e repressão às drogas, famílias continuarão impotentes diante de desse mal que está incrustado em todas as classes sociais. As ações não devem ser apenas imediatistas, aquelas que sufocam um ponto de tráfico num determinado momento, mas que não provocam o chamado efeito dominó, alcançando toda a cadeia do tráfico. É preciso a implementação de políticas permanentes que envolvam a participação de uma sociedade disposta a mudar o quadro e órgãos públicos voltados para a saúde. Afinal, droga não é um problema exclusivamente policial que deve ser tratado somente na forma da lei.
O traficante deve receber uma punição com todos os rigores da lei. Sua segregação do meio social, embora não vá contribuir muito para sua recuperação, pode representar desembaraço para as autoridades e a sociedade, num processo de recomposição social a longo prazo. O usuário, por sua vez, sequer pode ser encarcerado por ser um viciado em drogas. Mas nem por isso deve ser tratado com um ser que não incomoda. Quando deixado de lado e sem ter mais com recursos para comprar droga, passa a cometer pequenos delitos e segue rumo aos crimes de maior monta, como tráfico e homicídios. No curso desse processo, o viciado perde a noção de limite e a família torna-se a primeira vítima. Isto é: se não morrer antes por não acertar o que deve ao traficante.
Os números de homicídios ligados ao tráfico são realmente assustadores e a expressão pandemia, utilizada pelo delegado Jorge Moreira, da Delegacia Estadual de Homicídios, não é nenhum exagero. Nas investigações desses crimes é possível perceber a presença das drogas na relação entre vítimas e autores quando se traça o perfil social de ambos, razão pela qual o delegado fala com propriedade
O tráfico de drogas tem provocado uma triste realidade: 80% dos assassinatos ocorridos na capital este ano têm relação com as drogas, mesmo que indiretamente. É assustador e a sensação que fica é a de que não há uma esquina da cidade que não tenha a presença de um traficante à caça de um usuário de droga.
 


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