Cultura Geral

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Bahia, Praia do Forte

Sabe aquela conversa, com tons de simplificação é claro, de que em tal lugar de tudo, tem um pouco? Pois bem. É possível dizer isso da Praia do Forte, localizada no litoral Norte de Salvador, no município de Mata de São João, a 55 quilômetros da capital. Além da praia propriamente dita e de ampla infraestrutura de hospedagem, a região tem atrações que vão do ecoturismo e aventura (em água salgada ou doce e matas preservadas), passando pela agitação noturna e chegando à cultura, religião e história.
É bom começar falando sobre o passado da região, que foi uma das primeiras a serem ocupadas no Brasil após a chegada oficial dos portugueses (22 de abril de 1500 com a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral). Mal tinham transcorrido 50 anos do ‘descobrimento’ e uma fortificação militar mista de casa senhorial começava a ser construída em uma elevação próxima da praia. O responsável pela obra era o português Garcia de Sousa d’Ávila, filho de Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil.
Garcia d’Ávila chegou ao Brasil em 1549 e foi nomeado pelo próprio pai como feitor e almoxarife de Salvador e da Alfândega. Seu primeiro ordenado foi representado por duas vacas. Mas isso não o impediu de fazer fortuna, beneficiado, é claro, pela ajuda paterna, que lhe fez uma generosa doação de terras. A propriedade se estendia da Praia do Forte até o Maranhão e é considerada até hoje uma das maiores propriedades particulares do Brasil. Em 1557, Garcia era considerado o homem mais importante da Bahia.

Sabe aquela conversa, com tons de simplificação é claro, de que em tal lugar de tudo, tem um pouco? Pois bem. É possível dizer isso da Praia do Forte, localizada no litoral Norte de Salvador, no município de Mata de São João, a 55 quilômetros da capital.

 

Os mortos das drogas, as vítimas do sistema

O tráfico de drogas tem provocado uma triste realidade: 80% dos assassinatos ocorridos na capital este ano têm relação com as drogas, mesmo que indiretamente. É assustador e a sensação que fica é a de que não há uma esquina da cidade que não tenha a presença de um traficante à caça de um usuário de droga. O POPULAR estampou essa realidade na edição de ontem. Dos 254 homicídios registrados em Goiânia, 200 tiveram como pano de fundo o uso e o tráfico de drogas, atividade de consequências sociais sem precedentes.
Enquanto não houver uma política de ações duras na prevenção e repressão às drogas, famílias continuarão impotentes diante de desse mal que está incrustado em todas as classes sociais. As ações não devem ser apenas imediatistas, aquelas que sufocam um ponto de tráfico num determinado momento, mas que não provocam o chamado efeito dominó, alcançando toda a cadeia do tráfico. É preciso a implementação de políticas permanentes que envolvam a participação de uma sociedade disposta a mudar o quadro e órgãos públicos voltados para a saúde. Afinal, droga não é um problema exclusivamente policial que deve ser tratado somente na forma da lei.
O traficante deve receber uma punição com todos os rigores da lei. Sua segregação do meio social, embora não vá contribuir muito para sua recuperação, pode representar desembaraço para as autoridades e a sociedade, num processo de recomposição social a longo prazo. O usuário, por sua vez, sequer pode ser encarcerado por ser um viciado em drogas. Mas nem por isso deve ser tratado com um ser que não incomoda. Quando deixado de lado e sem ter mais com recursos para comprar droga, passa a cometer pequenos delitos e segue rumo aos crimes de maior monta, como tráfico e homicídios. No curso desse processo, o viciado perde a noção de limite e a família torna-se a primeira vítima. Isto é: se não morrer antes por não acertar o que deve ao traficante.
Os números de homicídios ligados ao tráfico são realmente assustadores e a expressão pandemia, utilizada pelo delegado Jorge Moreira, da Delegacia Estadual de Homicídios, não é nenhum exagero. Nas investigações desses crimes é possível perceber a presença das drogas na relação entre vítimas e autores quando se traça o perfil social de ambos, razão pela qual o delegado fala com propriedade
O tráfico de drogas tem provocado uma triste realidade: 80% dos assassinatos ocorridos na capital este ano têm relação com as drogas, mesmo que indiretamente. É assustador e a sensação que fica é a de que não há uma esquina da cidade que não tenha a presença de um traficante à caça de um usuário de droga.
 

Gays protestam contra rua com nome de jornalista homofóbico

O batismo de uma rua da periferia de Salvador com o nome de um falecido jornalista conhecido por seus ataques aos homossexuais provocou protestos de grupos gays de Salvador. O homenageado é o jornalista e médico baiano José Augusto Berbert de Castro, crítico de cinema do jornal "A Tarde". Berbert tornou-se notório na cidade por atitudes como usar um boné com a frase "Berbert: Exterminador de Veados", e defender o homicídio de gays.

 

Boeings 767 serão usados para atenuar atrasos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou ontem um plano para tentar atenuar problemas causados pela Gol nos aeroportos. As medidas, que incluem uso de aviões maiores, mudança nas escalas das tripulações e maior fiscalização, foram adotadas 20 dias depois de a companhia ser alertada pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) sobre excessos nas jornadas de pilotos e comissários.
O plano, apresentado pelo diretor de Operações da Gol e referendado pela Anac, prevê o uso de cinco aviões Boeing 767, configurados para cerca de 230 passageiros. A ideia é que essas aeronaves sejam usadas em rotas de alta densidade, tanto domésticas quanto internacionais, para reforçar a frota atual da companhia, que conta com modelos para 144 e 178 passageiros.
Além de terem maior capacidade, os Boeing 767 oferecem outra vantagem para a empresa: tripulantes com menos horas voadas. A maioria dos pilotos e comissários habilitados a trabalhar nesse modelo esteve deslocada para atender aos voos fretados durante o mês de férias.
A expectativa da companhia é de que os aviões maiores consigam, já nos próximos dias, reduzir o número de atrasos e cancelamentos de voos, que hoje ficaram em torno de 35% e 8%, respectivamente. A Gol se comprometeu a apresentar à Anac relatórios semanais sobre a quantidade de horas voadas por sua tripula
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou ontem um plano para tentar atenuar problemas causados pela Gol nos aeroportos. As medidas, que incluem uso de aviões maiores, mudança nas escalas das tripulações e maior fiscalização, foram adotadas 20 dias depois de a companhia ser alertada pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) sobre excessos nas jornadas de pilotos e comissários.
 

Morre o secretário da Saúde de São Paulo

O secretário da Saúde de São Paulo, Luiz Roberto Barradas Barata, 57, morreu neste sábado (17) vítima de um ataque cardíaco. A Secretaria da Saúde informou que o médico sanitarista, que ocupava o cargo desde janeiro de 2003, faleceu às 20h50, no hospital Dante Pazzanese, na capital paulista.

 

Morre ator Gibe, nascido Gilberto Fernandes, que trabalhava no "Topa tudo por Dinheiro"

O ator e redator Gilberto Fernandes, conhecido como Gibe, morreu nesta sexta-feira, aos 75 anos, em São Paulo. Ele ficou famoso na década de 1980 ao interpretar o Papai Papudo no programa "Bozo", no SBT.

O ator repetia o bordão "5 e 60", criação de Gibe, quando o palhaço lhe perguntava as horas.

 

 


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